sexta-feira, 17 de abril de 2009

Espectativas para Harry Potter

Saiu por esses dias a noticia de que Harry Potter e o enigma do Principe foi adiado por 3 dias somente nos Estado Unidos, Brasil e os demais paíse continuam com suas datas antigas. No Brasil o filme estreia em 17 de julho.

Para este final de semana a pedida é a estreia de 2 filmes. Um é brasileiro e se chama Divã com Lilia Cabral, Jose Wilker e elenco de peso; o outro é outro provavel sucesso da Disney A Montanha Enfeitiçada com Rock, esse aqui promete.

Entao pra voces um otimo final de semana e bom feriado!!

E aguardem tirinhas do Robson Reis um excelente artista sobre a nova serie de sucesso Crepusculinho!!!

rsrsrrsrrsrrs

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

domingo, 18 de janeiro de 2009

Entrevista

O TheImproper.com tem um novo artigo sobre o Rob, em que ele fala mais uma vez que não é muito parecido com o Edward, e também sobre o sacrifício que foi usar lentes de contato todo dia, durante as filmagens do filme (realmente, lentes podem ser traiçoeiras!). Confira um trecho abaixo e clique no Leia Mais para ler a matéria completa.



"Não sou exagerado como o Edward. Eu quero me divertir," diz Pattinson. "Ele é esse adulto de 108 anos [preso num corpo de 17 anos], mas eu ainda sou um menino de 6 anos [de coração]," ele ri.A comovente interpretação de Rob do vampiro introspectivo, apaixonado lhe rendeu milhões de admiradores ao redor do mundo. Mas Pattinson -- que diz que está livre -- acha a histeria inconveniente."Não gosto mais de sair," ele brinca. "É tão constrangedor ver fotos de você mesmo no aeroporto quando você está terrível." Realmente, Rob -- agora um grande alvo dos paparazzi -- é fotografado em todo lugar que vai.Apesar de quão fotogênico o bonitão britânico de 1,80m é, Rob repete a mesma resposta quando é perguntado: Você se acha sexy? "Na verdade não," ele diz. Pattinson revelou que era tímido e estranho quando adolescente, confessando que não tinha auto-estima aos 17 anos.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Harry Potter e o Enigma do Príncipe (Harry Potter and The Half-Blood Prince, 2009)





Origem: EUA Gênero: Aventura Distribuidora: Warner Bros.

Lanç. Nacional: 17/07/2009
Sinopse: Enquanto Harry Potter começa seu sexto ano em Hogwarts, Lorde Voldemort espalha destruição por toda a Inglaterra e a pressão para derrotá-lo torna-se cada vez mais forte. Usando um antigo livro de poções que pertenceu ao "Príncipe Mestiço", Harry aprofunda seus conhecimentos de magia e prepara-se para a batalha. Antes, porém, ele precisa de Voldemort para conseguir a eternidade - os esconderijos de seus Horcruxes. Mas a busca pelos Hercruxes leva a uma batalha em Hogwarts, com um terrível desfecho.
Elenco: Helena Bonham Carter, Daniel Radcliffe, Emma Watson, Alan Rickman, Jim Broadbent, Helen McCrory, Rupert Grint, David Thewlis, Natalia Tena, Tom Felton, Maggie Smith, Bonnie Wright, Jessie Cave, Warwick Davis, Robbie Coltrane, Katie Leung, Julie Walters, Frank Dillane, David Bradley
Roteiro: Steve Kloves
Produção Executiva: Lionel Wigram
Produção: David Barron, David Heyman
Direção: David Yates

Robert Pattinson desiste de Parts per Billion




Robert Pattinson em Crepúsculo O novo galã teen do momento, Robert Pattinson (Crepúsculo), não atuará mais em Parts per Billion. O representante do ator confirmou a informação nesta terça-feira (6/2) ao site da MTV norte-americana.Pattinson não poderá participar do filme indie porque as filmagens desse e de Lua Nova, continuação do sucesso Crepúsculo, acontecerão ao mesmo tempo. "Infelizmente, o tempo de preparação e produção de Lua Nova não deixou tempo suficiente para Robert trabalhar em Parts per Billion no primeiro semestre deste ano", disse Nicholas Frenkel.Parts Per Billion conta a história de três casais tendo que lidar com fatos reais que podem separá-los. Já foram confirmados no elenco Rosario Dawson (Controle Absoluto), Olivia Thirlby (Juno) e Dennis Hopper (Fatal). Nenhum ator foi contratado para substituir Pattinson.A equipe de produção de Lua Nova tem pouco tempo para trabalhar, já que as filmagens do longa começarão em março e a data de lançamento já foi definida: 20 de novembro deste ano.Pattinson ainda poderá ser visto em Little Ashes, no qual interpreta o pintor Salvador Dali, e em How to Be, ambos sem previsão de estreia no Brasil.

Pattinson não está ansioso pela sequência de Crepúsculo




Pattinson em Crepúsculo Diferentemente de milhões de fãs ao redor do mundo, o jovem galã Robert Pattinson não está muito ansioso para filmar Lua Nova, continuação de Crepúsculo. Conforme disse à revista Ok!, o ator não está muito animado para repetir o papel do vampiro Edward Cullen por conta das lentes de contato que teve de usar. "Era como se eu tivesse areia nos olhos", explicou Pattinson."Usei as lentes por três meses e meus olhos nunca se adaptaram a elas", confessa o ator, que passava vinte minutos por olho, todos os dias, para colocar as lentes amarelas que usa no longa. Ele também confessa que as lentes podem ter atrapalhado sua atuação de alguma maneira, já que ele nunca conseguia ficar confortável usando-as nas filmagens. "É frustrante porque normalmente os olhos dizem algo, mas ter a impressão de ter duas bolhas laranjas no seu rosto é tão irritante!"Lua Nova chega aos cinemas de todo mundo no dia 20 de novembro de 2009, cerca de sete meses depois do início das filmagens, que devem começar em abril. egundo o jornal Chicago Sun-Times, Pattinson e Kristin Stewart - que interpreta a Bella nos longas - receberão cerca de US$ 12 milhões de cachê para trabalhar nesta sequência, além de participação na bilheteria - valor muito acima dos US$ 2 milhões recebidos por Crepúsculo. Digamos que por essa fortuna, usar lentes de contato extremamente incômodas não é tão sacrificante.

Chris Weitz está confirmado na direção de Lua Nova




Chris Weitz Depois de brigar com Catherine Hardwicke (Aos Treze), a Summit Entertainment confirmou Chris Weitz (A Bússola de Ouro) na direção de Lua Nova, continuação de Crepúsculo.O estúdio fez o anúncio neste sábado (13/12), menos de uma semana depois que Catherine deixou a franquia. As negociações com Weitz foram feitas rapidamente porque a Summit pretende começar a produção do longa em breve, para lançá-lo ainda no fim de 2009.Lua Nova é o segundo livro da série criada por Stephenie Meyer e mostra Edward Cullen deixando Bella Swan para protegê-la de outros vampiros. Robert Pattinson (Harry Potter e o Cálice de Fogo) e Kristen Stewart (Na Natureza Selvagem) já assinaram contrato para protagonizar todos os filmes da franquia.Em um comunicado divulgado logo após o anúncio da Summit, Weitz contou que "o extraordinário mundo que Stephenie criou tem milhões de fãs, e será meu dever proteger, em seus nomes, os personagens, temas e histórias que eles amam". Crepúsculo foi bem nas bilheterias mundiais, já arrecadando US$ 184 milhões em todo mundo. O longa estréia nesta sexta-feira (19/12) nos cinemas brasileiros.

ABC de Robert Pattison



ABC - Batizado como Robert Thomas Pattinson, ele nasceu em 13 de maio de 1986 em Londres, na Inglaterra.

Briga - Para interpretar Edward Cullen de Crepúsculo, Pattinson derrotou nada menos do que três mil candidatos ao papel. A própria Stephenie Meyer, autora do livro que deu origem ao filme, tinha outro favorito, Henry Cavill. Mas, quando a produção do longa começou, ele estava com 25 anos, um pouco "passado" para interpretar um personagem de 17.

Cedrico - Seu rosto tornou-se conhecido em 2005, quando atuou como Cedrico Diggory em Harry Potter e o Cálice de Fogo. Dois anos antes, em 2003, Pattinson conheceu o diretor, Mike Newell, e foi a primeira pessoa que fez testes para o papel. A resposta positiva chegou uma semana depois. "Nunca fui fã, não havia lido os livros. Terminei O Cálice de Fogo em dois dias."

Doze Anos - Pattinson passou poucas e boas nas mãos das irmãs. "Até os 12 anos, elas me vestiam como menina e me apresentavam às pessoas como Claudia" revela o ator. "Essa idade foi uma reviravolta em minha vida, foi quando passei a estudar numa escola mista (para meninos e meninas), me tornei descolado e descobri o gel de cabelo".

Esportes - Ele sempre apreciou a prática esportiva. Na escola, nunca dispensava uma partida de futebol; também sempre gostou de esquiar e praticar snowboarding. Para seu papel em Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005), Pattinson aprendeu a mergulhar.

Fama - Em 2005, com o lançamento de Harry Potter e o Cálice de Fogo, Pattinson experimentou a fama. Tanto que ele foi eleito pelo Times Online o astro britânico mais promissor daquele ano. "Outro dia, pediram meu autógrafo e achei estranho", confessa o ator.

Giselher - O primeiro papel de Pattinson no cinema foi como Giselher em O Anel dos Nibelungos, superprodução alemã produzida diretamente para a TV em 2001. Na seqüência, o ator conseguiu um papel mais significativo como Rawdy Crawley em Feira das Vaidades, protagonizado por Reese Witherspoon.

HSM - O sucesso de Crepúsculo entre a garotada tem assustado um pouco o ator. "Crepúsculo é uma metáfora para a castidade, mas acabou tendo um sentido oposto", avalia. "Recebo cartas dizendo coisas como: ‘Vou me matar se você não assistir a High School Musical 2 comigo’. É um pouco assustador."

Irmãs - Pattinson tem duas irmãs mais velhas, Lizzy e Victoria, que, até seus 12 anos, vestiam o pobre rapaz de mulher. Lizzy é a do meio e é líder da banda Aurora. Victoria, a mais velha, trabalha com publicidade

Jack Nicholson - Pattinson considera Jack Nicholson (Antes de Partir) uma inspiração quando o assunto é atuação. "Amo todos os trejeitos dele", afirma o jovem ator. "Assisti a Um Estranho no Ninho quando tinha 13 anos e passei a me vestir como ele, imitava seu sotaque, fazia tudo como ele", confessa.

Leung - Katie Leung, que atua como Cho Chang em Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005) - conhecida como o primeiro beijo de Harry Potter nas telas - é uma das amigas de Pattinson que permaneceram em seu círculo de amizade após o filme, assim como Stanislav Ianevski, o Viktor Krum da aventura.


Música - Pattinson é conhecido pelos cabelos despenteados e as habilidades musicais, especialmente no piano e guitarra. Além disso, emprestou sua voz a duas canções da trilha sonora de Crepúsculo: Never Think e Let Me Sign.

Noção - Pattinson admite que os fãs de Crepúsculo fizeram com que ele ficasse paranóico. Ele teme que os admiradores da trama percam a noção, confundindo ficção e realidade e atentando contra sua vida. "As pessoas me abordam e pedem pra eu mordê-las, para tocar meu cabelo...", revela o jovem galã. "Tenho medo de levar um tiro ou ser esfaqueado."

Ontem - Aos 12 anos, Pattinson trabalhou como modelo, mas teve de desistir da profissão por ser muito masculino, quatro anos depois de ser iniciado na área. "Quando comecei, era bastante alto e parecia uma menina, então conseguia muitos trabalhos, já que o visual andrógino estava na moda. Depois, acho que fiquei masculino demais, então não consegui mais trabalhos".

Premiado - Pela atuação no independente Como Ser, venceu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Estrasburgo, na França, e foi apontado pelo Hollywood Film Festival Award Committee como um dos rostos mais promissores de Hollywood em 2008. O LA Times e a revista Forbes também apontaram o ator como uma das maiores revelações cinematográficas do mesmo ano.

Quente - Estrelar Crepúsculo em 2008 como o sensual vampiro Edward Cullen acabou fazendo com que Pattinson entrasse para a listas dos mais "quentes" de 2008. Ele aparece nas listas dos sites Moviefone e Yahoo. Ele é o galã de 2008 de acordo com a revista Rolling Stone e o programa de TV norte-americano Entertainment Tonight.

Rpattz - Os mais íntimos chamam o ator de Rpattz ou Rob mesmo, um apelido comum para os Roberts.

Sapatos - Se você acha que Edward Cullen de Crepúsculo (2008) parece ser um cara esquisito, o ator que o interpreta também não é dos mais normais. Uma de suas manias é andar sem cadarços. "Uma vez, roubaram meu cadarços e desde então nunca mais usei sapatos com eles", confessa Pattinson. "Desde então, esta é minha marca registrada!"

Teatro - Pattinson percebeu que gostaria de atuar aos 15 anos, quando começou a participar de peças teatrais amadoras. No grupo Barnes Theatre Club, atuou em peças como Macbeth e Tess of the D'Urbevilles. "Só fiz teatro porque meu pai viu um monte de garotas bonitas num restaurante de um grupo de teatro", brinca.

Urgência - Pattinson acredita que nunca se dedicou o suficiente aos estudos. A maturidade e a responsabilidade que sente ao ser uma estrela do cinema hoje em dia faz com que ele se sinta diferente nos dias de hoje: "Nunca fui muito focado na escola, não progredi muito", afirma. "Mas sinto uma urgência agora, sinto que não posso perder mais nenhum tempo!"

Vampiro - Antes de ser selecionado para interpretar Edward Cullen em Crepúsculo, Pattinson nunca havia nem ouvido falar do best seller literário Crepúsculo. Na verdade, ele resolveu fazer o teste para o papel por ter gostado da atuação de Kristen Stewart em Na Natureza Selvagem (2007).

Xodó - Pattinson tem uma quedinha por mulheres espertas. "Não tenho um tipo de mulher específico, mas gosto de pessoas inteligentes; realmente gosto da Tina Fey, ela é a mulher mais sexy", afirmou. Patricia Arquette e Elisabeth Shue também já fizeram sua cabeça. "Sempre procuro uma certa loucura nas mulheres, também gosto quando são fortes!", admite o bonitão.

Zodíaco - Robert Pattinson é do signo de Touro. Os nativos deste signo são conhecidos por terem pacientes, confiáveis, determinados, carinhosos, possessivos e inflexíveis.

Ator é confirmado em sequência de 'Crepúsculo'-->




O ator Taylor Lautner confirmou sua participação em "Lua Nova", continuação do filme "Crepúsculo". Lautner continuará com o papel de Jacob Black, amigo da protagonista Bella, e proveniente de uma família de lobisomens.
A confirmação acabou com as especulações de que o papel de Black poderia ficar com outro ator na sequência. O nome de Michael Copon chegou a ser cogitado para substituir Lautner, que para o próximo longa terá de aparentar ser dez anos mais velho e bem mais musculoso.
"Meu primeiro instinto foi de que Taylor era, é e deve ser Jacob", declarou o diretor Chris Weitz ao site da revista People.
"Lua Nova" tem estréia prevista para 20 de novembro nos Estados Unidos. Chris Weitz, de "A Bússola de Ouro", vai substituir Catherine Hardwicke, que dirigiu o primeiro filme.

Livro Crepusculo

Recomendo com toda a certeza o livro Crepusculo de Stephenie Meyer, pois ele é sensacional. Uma leitura mais gostosa que essa só lendo J. K. Rolwing ou Augusto Cury.
É uma leitura super agradavel, divertida, engraçada e romantica. O filme soube retratar muito bem o livro. E após esta leitura leiam a continuação da saga que tem mais 3 livros: Lua Nova, Eclipse e Amanhecer!!

Bjus e boa leitura!!

domingo, 4 de janeiro de 2009

.:Harry Potter e a Ordem da Fénix:. .:downloads:. .:Ícones:.

.:Harry Potter e a Ordem da Fénix:. .:downloads:. .:Ícones:.

Harry Potter e o Enigma do Principe


FICHA TÉCNICA
David Yates - diretor
David Heyman - produtor
Steven Kloves - roteirista
Bruno Delbonnel - diretor de fotografia
Stuat Craig - designer de produção
Mark Day - editor
Jany Temime - designer de figurinos
Nick Dudman - designer de efeitos especiais
John Richardson - supervisor de efeitos especiais
Tim Burke - supervisor de efeitos visuais
Nicholas Hooper - compositor

SINOPSE OFICIAL
Uma fantástica aventura. Voldemort fica cada vez mais perigoso em ambos os mundos dos trouxas e dos bruxos, e Hogwarts novamente não é mais tão segura como antes. Harry suspeita que perigos jazem no interior do castelo enquanto Dumbledore se prepara para a iminente batalha final.. Juntos eles trabalham para achar a chave que desbloqueie as defesas de Voldemort e, para esse fim, Dumbledore recruta se velho amigo e colega, o amigo dos influentes e "bon vivant" professor Horácio Slughorn, quem acredita ter informações cruciais.Além disso, os estudantes são atacados por um adversário bem diferente, os hormônios da puberdade, que se alastra por todos. Harry sente-se cada vez mais atraído por Gina, porém é Dino Thomas quem está com ela. E Lilá Brown decidiu que Rony é seu verdadeiro amor, mas ela não contava com os chocolates de Romilda Vane! E então temos Hermione, cheia de ciúmes, mas determinada a não mostrar seus sentimentos. Em meio a tantos romances, há um estudante que permanece na surdina. Ele está determinado a gravar sua marca, e uma marca das trevas.O amor está no ar, mas há em frente uma grande tragédia que fará Hogwarts não ser mais a mesma.

ELENCO [CONFIRMADO]
Daniel Radcliffe (Harry Potter)
Rupert Grint (Rony Weasley)
Emma Watson (Hermione Granger)
Ralph Fiennes (Lord Voldemort)
Helena Bonham Carter (Belatriz Lestrange)
David Bradley (Argo Filch)
Robbie Coltrane(Hagrid)
Warwick Davis (Professor Flitwick)
Tom Felton (Draco Malfoy)
Michael Gambon (Professor Dumbledore)
Alan Rickman (Professor Snape)
Maggie Smith ( Professora McGonagall)
Natalia Tena (Tonks)
Julie Walters (Molly Weasley)
David Thewlis (Remo Lupin)
Evanna Lynch (Luna Lovegood)
Matthew Lewis (Neville Longbottom)
Bonnie Wright (Gina Weasley)
Helen McCrory (Narcissa Malfoy)
Jessie Cave (Lilá Brown)
Jim Broadbent (Horácio Slughorn)
Hero Fiennes Tiffin (Voldemort aos 11 anos)
Frank Dillano (Voldemort aos 16)

ESTRÉIAS
BRASIL
17 Julho 2009
Argentina
16 Julho 2009
Austrália
16 Julho 2009
Áustria
16 Julho 2009
Alemanha
16 Julho 2009
Holanda
16 Julho 2009
Bulgária
17 Julho 2009
Canadá
17 Julho 2009
Finlândia
17 Julho 2009
Islândia
17 Julho 2009
Índia
17 Julho 2009
Irlanda
17 Julho 2009
Itália
17 Julho 2009
Japão
17 Julho 2009
Norway
17 Julho 2009
Espanha
17 Julho 2009
Reino Unido
17 Julho 2009
EUA
17 Julho 2009
Portugal
18 Julho 2009
Egito
22 Julho 2009
Estônia
24 Julho 2009

sábado, 3 de janeiro de 2009

Entrevista com Kristen Stewart: Bella Swan de Crepusculo



Entrevista: Kristen Stewart, a Bella Swan de Crepúsculo
Atriz fala sobre os fãs, como foi atuar com Rob Pattinson, Catherine Hardwicke e mais...
17/12/2008Steve Weintraub

Adaptação para as telas do romance adolescente de Stephanie Meyer, o filme Crepúsculo, que chega agora ao Brasil, já é um enorme sucesso de bilheteria nos Estados Unidos. A história adaptada pela roteirista Melissa Rosenberg acompanha Isabella Swan, jovem de 17 anos que se muda para uma cidadezinha em Washington onde viverá com seu pai. Lá, ela acaba atraída por Edward Cullen, pálido e misterioso colega de colégio que parece determinado a afastá-la. O Omelete conversou em Los Angeles com o casal protagonista. Confira agora como foi o papo com Kristen Stewart, que interpreta Bella no filme dirigido por Catherine Hardwicke (Aos Treze).

É verdade que Rob Pattinson pediu você em casamento?

Kristen Stewart: É sim. Quer dizer, não sei se ele falou sério, mas ele pediu.

Como isso aconteceu?

Simplesmente aconteceu. Passamos muito tempo juntos, algumas horas bem intensas. Estávamos exaustos de tanto trabalhar a maior parte do tempo.

Você já está com problemas para sair em público?

Sim, mas nem tanto. Com Rob é muito pior - ele é reconhecido em todos os lugares!

É o cabelo.

Sem dúvida! E ele é alto. Todo mundo olha.

Mas como estão sendo seus encontros com os fãs?

Totalmente positivos, mas exigem muito... Eu só tenho que lidar com os fãs em eventos e a única coisa que tenho que fazer é ficar parada ali, com um sorriso no rosto, e torcer pra não falar besteira e ser crucificada. É bacana. Acho legal que eles tenham tanta paixão por um livro.

E fora desses eventos?

Nada demais. Uma ou outra vez só... Teve uma vez que uma menina tímida chegou pra mim e perguntou se eu era mesmo eu, pois ela achava que sim e os amigos dela estavam chamando-a doida. Mas outro dia, em um evento, eu fiquei meio assustada. Fui a uma sessão de autógrados em Roma e não consegui chegar ao carro - os seguranças tiveram que me agarrar e meus pés nem tocavam o chão. Fui literalmente jogada dentro de uma van... Se eles não tivessem feito isso sei lá o que a multidão ia fazer. Foi surreal. Nada a ver comigo ou com quem eu sou.

Você sente uma responsabilidade em relação a esse livro, ao que os fãs querem? Isso afeta sua atuação de alguma maneira?

Sim. Sinto-me extremamente responsável pela história e personagem. Se eu não a interpretasse direito tudo o que ela é ficaria apenas no texto e a experiência não seria completa no cinema. Isso é muito importante. Eu, sinceramente, não conhecia os fãs quando o filme começou - só via meu objetivo e não olhava ao redor. Fiz isso pra preservar um certo distanciamento, já que ela não é uma personagem particularmente distinta - é apenas uma menina que se vê em uma situação extravagante. É impossível agradar a todos, então segui o texto para garantir que ela se mantivesse o veículo através do qual as pessoas experimentam a história.

Você ficou em dúvida em aceitar ou não um papel em uma franquia?

Eu estou pronta para ficar na série até onde ela for. Eu vou adorar fazer o segundo, o terceiro e quarto. Aceitei essa responsabilidade desde o começo - é assim que eu gosto de trabalhar, se estiver totalmente decidida a interpretar determinado papel e souber como. Do contrário eu pareço confusa na tela.

Você nunca hesitou então? Nem com a idéia de ficar marcada pela personagem?

Não. Ou esse filme vai facilitar que eu siga fazendo o que já estava fazendo ou vai me derrubar - e aí eu teria que justamente voltar aos meus filmes pequenos e independentes que ninguém vê. Então não. Não tenho como sair perdendo com ele. Eu acabo de sair de um filme em que vivi uma menina de rua, muito ferida, uma stripper. Então nunca me preocupei com isso.

Como foi trabalhar com Catherine Hardwicke, a diretora?

Ah, ela é uma pessoa difícil de descrever. Ela é bastante excêntrica. Quando a encontrei pela primeira vez pensei "ela é doida". Adorei ela! Ela tem uma certa inocência infantil, uma maneira interessante de entender emoções básicas. Ela não complica as coisas. Há quem pense nisso como uma simplificação das coisas, mas não é isso. Ela simplesmente voltou ao básico e tem enorme entusiasmo com isso. Ela trabalha o tempo todo também e está sempre disponível.

Você sentiu falta de alguma cena que foi filmada e não entrou na edição?

Eu só vi uma vez o filme e não lembro de ter sentido falta de nada... Bom, tem uma coisa sim. Mas foi uma cena de improviso e talvez tenha destoado do conjunto. Era uma cena em que simplesmente andávamos e conversávamos, falando nada importante. Mas eu a adorei. Outros diálogos do filme foram improvisados. Eles mandavam conversarmos como os personagens e fingiam que essas cenas eram só para teste mas acabaram usando esse material. Fiquei surpresa. Uma delas foi a cena da árvore, quando ele me coloca na árvore e me mostra aquela vista maravilhosa e eu digo "esse tipo de coisa não existe" e ele responde "no meu mundo sim" - isso é 100% Rob.

Eles usaram bastante disso, inclusive no trailer.

Eu sei! É estranho.

Existe uma história na Entertainment Weekly sobre como Rob Pattinson ficou obcecado com o personagem dele - e que vocês tinham que fazê-lo baixar a bola... É verdade?

É. Ele é um perfeccionista e isso que o fez ficar tão bem no papel. Quanto à obsessão, não é difícil explicar. Quando se está num set, cercado de atores, você meio que fica no personagem o tempo todo. Depois vai pra casa e é difícil se distanciar de tudo o que houve o dia inteiro. Mas ele leva isso um pouco além... Às vezes tinhamos que pedir pra ele se acalmar - ele detestava isso. Esse estado emocional tinha muito a ver com o personagem dele...

E você? Tem esse tipo de problema? Ou desliga mais fácil?

Depende de muitos fatores. Varia. Esse filme da menina de rua que mencionei, Welcome to the Riley's, tinha um peso maior. Eu considero fácil fingir, mas o trabalho às vezes fica pesado. Especialmente depois de 16 horas de filmagens, quando você literalmente entra em colapso. Às vezes é fácil esquecer o personagem - às vezes não.

Você não está enjoada de ver seu rosto em tantos cartazes, outdoors e propagandas de Crepúsculo? Ou está curtindo?

Eu estou muito feliz de ter feito esse filme. Estou feliz e orgulhosa do meu trabalho, que ficou como eu queria. Se não tivesse sido assim eu estaria debaixo desta mesa agora. Mas estou empolgada com tudo isso, com o resultado. Não trabalho como atriz para aparecer em revistas, nunca quis isso e essas coisas não me impressionam. Então estou feliz. Agora, não sei como me sentiria que o filme tivesse ficado ruim ou eu não tivesse orgulho do meu trabalho nele. Imagine minha carona lá em um outdoor nesse caso - eu não aguentaria. Aliás, não sei como algumas pessoas conseguem.

Entrevista com Robert Pattison: O Edward de Crepusculo


Entrevista: Robert Pattinson, o Edward Cullen de Crepúsculo



Ator fala da mudança de Harry Potter para cá, o trabalho com os outros colegas e a química com Krist
18/12/2008Steve Weintraub

Adaptação para as telas do romance adolescente de Stephanie Meyer, o filme Crepúsculo, que chega agora ao Brasil, já é um enorme sucesso de bilheteria nos Estados Unidos. A história adaptada pela roteirista Melissa Rosenberg acompanha Isabella Swan, jovem de 17 anos que se muda para uma cidadezinha em Washington onde viverá com seu pai. Lá, ela acaba atraída por Edward Cullen, pálido e misterioso colega de colégio que parece determinado a afastá-la. O Omelete conversou em Los Angeles com o casal protagonista. Confira agora como foi o papo com Robert Pattinson, que interpreta Edward Cullen no filme dirigido por Catherine Hardwicke (Aos Treze).

Você está preparado para a legião de fãs que está chegando em conseqüência deste filme?

Robert Pattinson: É... Meu cérebro não entende isso. Mas tudo bem. Eu posso ser deixado em qualquer lugar e logo me acostumo com a situação. Eu só não quero ser esfaqueado ou nada do tipo. Sério, meu agente me perguntou "Você tem algum problema com isso? Vai dar tudo certo?" e eu disse "Eu só não quero levar um tiro ou ser esfaquead. Não quero que alguém chege em mim com uma agulha infectada e eu pegue AIDS". Estes são meus únicos medos.

E o pior é que tem gente lá fora capaz de fazer isso, né?

Eu sei. Sempre que eu vejo uma aglomeração eu penso nisso. E quando estou num avião fico pensando que a parte de baixo vai ficar arrastando no asfalto na hora de decolar.

Você acha que alguma coisa da sua experiência em Harry Potter te preparou para o fenômeno pop de Crepúsculo?

Tudo acaba. Vivi o que era ser a manchete por alguns meses e daí, logo depois, ninguém estava nem aí. Isso ajuda. Ajuda quando você se acostuma com isso e sabe que ninguém liga. Uma vez que você se imuniza ao fracasso é como se nada mais importasse.

O retrato que fizeram de você na matéria da [revista] Entertainment Weekly é que você ficou obcecado em interpretar esse papel, que ficou angustiado por isso. É verdade?

É. Eu não queria fazer um filme adolescente estúpido. Eu não fiz nada que as pessoas tenham visto desde Harry Potter porque eu queria aprender a atuar. Não queria ser um idiota. E isso aconteceu meio aleatoriamente. Eu não sabia onde estava me metendo no começo. Eu estava querendo esperar mais um ano fazendo mais uns dois ou três trabalhos menores e só então tentar algo maior e daí isso tudo aconteceu e eu pensei "Bom, vamos lá".

Eu tinha feito um outro filme que foi muito intenso e saí mais satisfeito do que qualquer outro trabalho anterior. Não sei como ficou ou qual o resultado que isso trouxe, mas eu saí muito melhor e queria repetir isso em Crepúsculo e também tentar quebrar o tabu de que uma adaptação de um livro que está vendendo um monte não é boa. Até uma criança de seis anos sabe esses filmes são feitos para ganhar dinheiro - e eu não queria me envolver em algo assim. Pensei que Catherine [Hardwicke] e Kristen [Stewart] concordariam comigo. E elas têm reputações a zelar, muito mais do que eu.

Então, tudo o que eu fiz foi me certificar que assim que as pessoas chegassem a Portland eu teria de saber tudo sobre tudo. Eu não falava outro assunto que não acrescentasse nada ao personagem no último mês e meio antes da filmagem. E isso empolgou as outras pessoas. Quando as pessoas lêem o livro, vêem que é algo fácil de ler e daí fica com aquela sensação de "lá vem outro filme feliz". E eu segurando o livro e pensando "Não! Isso vai ganhar uns Oscars!' [risos]

Isso tornou o fim das filmagens mais dolorido?

Na verdade, não. Foi mais difícil quandoas pessoas me pediam para fazê-lo mais leve. Ao mesmo tempo que penso que o meu jeito funcionaria e tudo o que estava diferente do livro, quando ele tem suas tiradas, ele é um cara confiante e que não liga para garotas. Se você está escrevendo sobre o cara perfeito, você não diria que ele é um esquisitão maníaco depressivo que quer se matar o tempo todo. Por isso passei um tempo brigando com os produtores. Catherine me trouxe uma cópia do livro e mostrou todas as partes em que ele sorria e eu tive de concordar.

Mas no próximo livro o seu personagem tenta mesmo se matar, né?

Eu sei! Eu ficava falando "Então esperem até a seqüência."

Stephenie Meyer escreveu - ou ao menos começou - Midnight Sun do ponto de vista do Edward. Ela já te mostrou aguma coisa sbre o personagem?

Sim. Ela me deu quando já tínhamos filmado cerca de dois terços do total. Eu nem sabia que aquilo existia. Digo, eu já sabia do primeiro capítulo, que estava na Internet. Muito da angústia do personagem vem dali. Fala do pouco controle que ele tem. No livro, se vê isso quando ele diz "Eu sou um monstro e vou te matar" e ela responde "Eu não estou com medo". Você meio que sabe o tempo todo que ele nunca vai fazer algo mau. Mas daí você lê o primeiro capítulo do Midnight Sun, e vê o quanto ele quer matá-la e como ele considera matar o colégio todo apenas para satisfazer esse seu desejo. Eu queria que esse elemento fosse bastante proeminente nele. Eu queria a Bella dizendo "Eu não estou com medo. Você não vai fazer nada comigo", mas sem tanta certeza. Um diálogo desses acabaria ficando diferente. Algo como "Você não vai fazer nada comigo, vai?". Eu queria algo nesse tom. Acho que deixa tudo mais sexy se houver uma chance real dele simplesmente pirar e acabar matando-a.

Você e Kristen têm uma boa química, mas há também um forte elo com a sua família no filme. Você pode falar um pouco sobre essas relações que se criaram dentro e fora das telas?

Era muito estranho. Eu realmente tinha algo com a Kristen. Digo, todas as cenas são bem intensas e quando você está trabalhando com uma pessoa por quase todo o tempo, especialmente interpretando um relacionamento, é como uma pequena bolha. Mas com a família, eles são pessoas muito divertidas e nós nos demos bem. Não era atuação. Só a parte do sotaque americano. Peter [Facinelli] é um dos caras mais divertidos que eu já conheci.

Peter disse que você é péssimo no beisebol e que ele teve que te dar uma mãozona.

Ele não pára de falar isso. Ele deve estar entrando em todas as salas só pra falar isso, né? Sim, eu sou péssimo em beisebol. Catherine queria muito que eu me parecesse com um jogador profissional de beisebol e eu não dava a mínima pra isso. Boa parte do período de ensaios em que poderíamos estar nos dedicando aos ensaios propriamente ditos, ela ficava falando "Não. Você tem que parecer um astro do beisebol." Tinha até uma porra de um professor para me ensinar as posições certas e a Catherine ficava me testando "Deixe-me ver" e eu só respondia "Escuta, no dia eu vou fazer direitinho, ok? Eu consigo agachar, porra." E daí, até o resto das filmagens, sempre que ela tinha uma questão importante sobre o personagem eu ficava na posição de receber a bola.

Qual você acha que é o segredo da química que você e Kristen desenvolveram e compartilham durante o filme?

Acho que foi fazer o oposto do que a história é. Desde os testes de elenco, quando interpretamos uma das cenas do meio do filme, nós tínhamos o meu personagem tentando intimidá-la e ela com aquele olhar que só tinha amor e adoração, toda maravilhada, como se um deus tivesse descido para encontrá-la. Mas eu achava, e o interpretei, como um deus com problemas, aos pés dessa garota mortal. Até mesmo a posição em que nos estamos no fim d filme, eu estou literalmente me ajoelhando para ela. Não me lembro o que acontece no filme,mas no teste foi assim. Ela tinha esse jeito maternal e ele procurando por um auxílio. Acho que funcionou. Ela é muito forte. Ela não faz o tipo donzela. É estranho, eles escolheram as pessoas erradas. Eu sou um desastre e ela é muito forte e deveria ser o contrário. Mas acho que deu certo.

Que papo é esse de você pedir a Kristen em casamento?

Eu não me lembro disso ter acontecido. A Kristen falou que eu eu pedi e eu não lembro. Acho que uma outra pessoa me mandou uma mensagem de texto no celular há umas semanas dizendo "Você ainda está disposto a se casar comigo?" Acho que era ontem que eu deveria ter me casado com alguém.

Ah, então é normal para você.

Acho que sim.

Você vai fazer Salvador Dali em Little Ashes. Como é interpretar esse pintor tão icônico?

Não tem nada de igual, mas ao mesmo tempo acho que Edward também é um personagem icônico. Mas eu fiz a mesma coisa, detrinchei tudo o que se sabe sobre ele. E tem ainda uma tonelada de coisas escritas sobre ele e por ele, daí você vai juntando as peças do seu jeito. Eu o interpreto em uma fase em que ele é bastante jovem, entre 18 e 26 anos, e a história é sobre sua assenção e queda a essa caricatura que todos conhecem. Ele foi uma criança cronicamente tímida no início, então não era bem interpretar o Dali como imaginamos, com exceção da parte final e mesmo nessa hora ainda não estou interpretando ele. É mais um dos seus humores, acho. Eu pesquisei muita, muita coisa porque todo mundo falava em espanhol no set então eu passava o dia lendo. Foi a primeira vez que eu realmente entrei no personagem, tentando imitar seus movimentos. Tinha uma foto dele apontando e eu ficava tentando descobrir o que é que ele estava apontando. Foram três dias só nisso. Nunca tinha feito isso antes. Fiquei imaginando como era que ele andava e coisas do tipo. No final, eu não tenho idéia como ficou. Alguém me disse outro dia 'Eu nao sabia que era sobre Dali até o último dia, quando você estava com aquele bigode.' E eu pensei 'Oh, ótimo!' Acho que é meio que uma homenagem a ele. Todo mundo acha que ele era um maluco. Na autobiografia que ele fez quando era mais jovem - ele escreveu três autobiografias que contradizem uma às outras - ele diz que sua mãe o chupou e outras coisas e em outra ele diz que sua mãe foi a melhor de todos os tempos e lhe deu a melhor infância possível. Há capítulos chamados "Verdade" e outros chamados "Mentiras" e neles muitos fatos que são difíceis saber se são verdadeirou ou não, o que é engraçado. Tem tanta coisa sobre ele. É impressionant como ele se criou e tanta gente só consegue ver a máscara. Ele queria iss, mas é engraçado quando você sabe quanto mais existia por trás desse palhaço bizarro que ele foi no fim da sua vida, que só ligava para dinheiro. Ele foi uma pessoa incrivelmente complexa. E não sou eu quem está dizendo isso.

E o que você vai fazer a seguir?

Estou fazendo uma pequena produção chamada Parts Per Billion, com o Dennis Hopper e Rosario Dawson em janeiro e espero que algo mais logo em seguida.

E estranho ver as matérias que fazem sobre o seu cabelo na Internet?

Eu estava em Nova York dando entrevista a um programa de rádio e as pessoas começaram a mandar mensagens para lá pedindo para que eu tirasse o chapéu. Quando alguém diz que algo virou sua marca pessoal, a melhor coisa que você tem a fazer é se livrar dela. Senão só piora.

o Filme Crepusculo



Fenômeno no mundo inteiro, romance de estréia de Stephanie Meyer chega ao Brasil
25/05/2008
Marcus Vinicius de Medeiros

Merece atenção o vácuo que existe na literatura voltada aos jovens. Principalmente depois que a série Harry Potter, de J. K. Rowling, chegou ao seu final. Surge agora nova alternativa aos fãs órfãos desse universo fantástico, o romance Crepúsculo (Twilight), de Stephenie Meyer, lançado no Brasil pela editora Intrínseca e fenômeno no mundo inteiro.
A trama vampírica e romântica de Crepúsculo está longe do convencional e, ao contrário do que se possa imaginar, não foi derivada do sucesso de personagens como Buffy – A Caça-Vampiros e Angel. Tampouco segue os princípios de séries literárias como as Crônicas Vampirescas, de Anne Rice. A autora afirma que suas principais influências sempre foram os livros de Jane Austen, como Razão e Sensibilidade e Orgulho e Preconceito, além dos clássicos de ficção científica modernos de Orson Scott Card, que lidam com dilemas éticos numa ambientação futurista, especialmente O Orador dos Mortos, a continuação da saga de Ender iniciada em O Jogo do Exterminador. Tendo esses dois mestres como guias, Stephanie decidiu escrever um romance adolescente com vampiros por acreditar no potencial de mesclar o elemento mítico com a fase mais conturbada de nossas vidas. O resultado é uma história diferente do que se poderia prever à primeira vista, mas com a força de um clássico moderno.
A trama de Crepúsculo se divide basicamente em dois momentos distintos. Primeiro, há uma típica situação da adolescência, depois entram os elementos de horror. A protagonista Isabella Swan é uma garota de 17 anos que está de mudança para pequena e melancólica a cidade de Forks, onde viverá com o pai, longe de sua mãe, porém com a esperança de ter um carro próprio. Bella, como prefere ser chamada, não curte muito uma vida social, preferindo passar horas na biblioteca buscando livros antigos, sem o contato de outros jovens - que ela considera insuportáveis. A garota havia conseguido ficar incógnita na Califórnia, mas numa cidade pequena em que todos se conhecem, logo vira alvo da atenção dos garotos do colégio e faz até algumas amigas, enquanto sua mãe enche a caixa de mensagens eletrônicas a cada cinco minutos. A situação muda completamente com o contato de um grupo ainda mais estranho que o normal, até para os padrões dessa idade.
Meyer não tenta explorar de forma apelativa ou exagerada os dramas da adolescência, pois está ciente da força que o tema já possui. O livro não vem recheado de padrões de comportamento sexual doentio, mas também não tenta passar lições de boa conduta. Seu mérito ao tratar da juventude e seus problemas está mesmo numa realidade em que, por mais bem intencionada que seja uma garota, ela acaba agindo de forma cruel, manipuladora e provocando dor a quem está próximo. Quando é apresentada a família Cullen, aparentemente um grupo de colegas que permanece isolado nos intervalos entre as aulas, Bella sente-se inexplicavelmente atraída por eles, e a partir de então explode uma saga de paixão e desejo com um perigo sobrenatural que coloca em risco a vida de todos os inocentes. Mais um ponto a se ressaltar, contudo, é o tom introspectivo de Crepúsculo. A autora não investe em cenas de violência gráfica, mantém o suspense em nível psicológico e envolve o leitor pela riqueza na caracterização e sentimentos de seus personagens.
Entre todos os aspectos, sobressai em Crepúsculo a paixão arrebatadora entre Bella e o vampiro Edward Cullen. Mais que uma história de vampiros colegiais, o livro narra uma trama poderosa de primeiro amor. Por não se basear em convenções do gênero, Meyer desenvolve conceitos próprios sobre o mito dos vampiros, inclusive o que chama no romance de “vegetarianos”, ou seja, aqueles que evitam se alimentar de sangue humano. Em verdade, tentam evitar, pois boa parte das emoções defloradas ao longo da narrativa versa sobre o desejo de Edward morder sua amada, e de ela desejar ser mordida! Paralelamente, como não poderia deixar de ser, há todo um universo de criaturas demoníacas, de vampiros a lobisomens, e logo o amor da jovem adolescente é ameaçado por predadores implacáveis. Ainda assim, mesmo quando o horror e o suspense tomam conta, o foco se mantém nos sentimentos.
Crepúsculo é o romance de estréia de Stephanie Meyer, sucesso absoluto de vendas, primeiro lugar na lista do New York Times, onde permaneceu durante mais de um ano, rendendo elogios diversos da crítica internacional, e teve três continuações já publicadas nos Estados Unidos. Mas seu mérito não está em números ou na consagração por especialistas, e sim no diálogo honesto e contundente que estabelece com o público adolescente. Num tempo em que os jovens são tratados muitas vezes como seres incapazes de pensamento inteligente e guiados por modismos infelizes, o romance acertou em cheio ao explorar suas angústias e paixões, garantindo identificação total. Essa é a literatura de qualidade que, voltada para qual for a faixa etária, tratando dos seres sobrenaturais que desejar, captura a mente, o coração e as aspirações humanas tal como uma mordida no pescoço por dentes afiados e sedentos de sangue.

Crepusculo

A nova onda agora é a serie da Stephenie Meyer autora de Twilight que em português virou Crepusculo. O filme estriou no Brasil dia 19 de dezembro e ja especulase que Harry Potter e o Enigma do Principe foi adiado com medo de que Crepusculo dê-se mais publico.

Eu assistir esse filme e amei! Tanto que comprei pela internet os livros da Stephenie.

Se formos analisar temos outro mulher autora de best-seller que está fazendo o maior sucesso. Assim como J.K.Roliwing os livros dela estao ganhando seu espaço.

Sem falar que o protagonista do filme Robert Pattison esteve na adaptação de Harry Potter e o Calice de Fogo como nosso querido Cedrico e ele volta como Edward o vampiro mais que gostoso.






Recomendo a todos vocês assim como fãs de Harry Potter, espero que gostem tambem das series da Stephenie. Assistam ao filme e depois cometem se realmente é legal ou nao!

Bjus!! Thamy